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Jornal Foco na Tv: 3ª Edição 07/10/2009

 http://foconatv.files.wordpress.com/2009/10/jornal-foco-na-tv.png

Max Aurélio:Ola boa noite,tudo bem com vocês?Bom já estamos na quarta-feira ,meio de semana e mais uma edição do Jornal Foco nas tv ,que vem agrandando nosso leitor,obrigado pelo prestígio!Fique com agente a partir de agora e confira o que foi notícia hoje no Brasil!


EDUCAÇÃO
Fuvest descarta uso da nota do Enem no vestibular 2010
Da Redação
Em São Paulo

A USP (Universidade de São Paulo) divulgou nota nesta quarta-feira (7) informando que a Fuvest não vai utilizar a nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009 no vestibular.

A data do Enem foi alterada para os dias 5 e 6 de dezembro, após vazamento do conteúdo da prova prevista para 3 e 4 de outubro. Segundo a Fuvest, o novo calendário inviabiliza, "lamentavelmente", a utilização das notas no processo seletivo, "por razões operacionais".

Com isso, a nota da primeira fase da Fuvest será exatamente o número de pontos que o candidato obtiver na avaliação do dia 22 de novembro. Antes, o Enem 2009 poderia ser utilizado na primeira fase do vestibular, valendo até 20% do total de pontos nessa fase.
Reuters
O vestibulando precisa entender os conceitos e aplicações de células-tronco e clonagem para ir bem na prova de biologia

Bônus

Para os candidatos que optaram pelo Inclusp (Programa de Inclusão Social da USP), "o cálculo do bônus correspondente à nota do Enem será, excepcionalmente, feito com base no desempenho do candidato no exame da primeira fase da Fuvest", afirma a nota da assessoria de imprensa da USP.

Com o Enem 2009, esses candidatos poderiam ter até 6% mais pontos nas duas fases do processo seletivo. Além do bônus pelo Enem, o Inclusp dá 3% de para estudantes oriundos de escolas públicas e
 até 3% para quem faz a prova do Pasusp (Programa de Avaliação Seriada).

Calendário

O calendário e as demais regras do edital do vestibular 2010 continuam válidos. Ao todo, 128.144 candidatos são esperados no processo seletivo. que seleciona ingressantes para a USP, para a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa e para a Academia de Polícia Militar do Barro Branco. Estão em disputa 10.797 vagas.

Veja as datas das provas e divulgação de listas.

  • 16/11/2009 - divulgação dos locais de prova da primeira fase.
  • 22/11/2009 - 1ª fase da Fuvest, com 90 testes de múltipla escolha. O vestibulando terá cinco horas para resolver as questões.
  • 14/12/2009 - lista de aprovados na primeira fase.
  • 3/1/2010 - 2ª fase da Fuvest, prova dissertativa de português (dez questões) e redação. Atenção: os candidatos convocados para a segunda fase deverão entregar, no primeiro dia de exame, uma foto 3x4, recente. O tempo de prova é de quatro horas.
  • 4/1/2010 - 2ª fase da Fuvest, com prova dissertativa (20 questões) das disciplinas história, geografia, matemática, física, química, biologia e inglês. Cada questão poderá abranger conhecimentos de mais de uma disciplina. O candidato tem quatro horas para acabar a prova.
  • 5/1/2010 - 2ª fase da Fuvest, com 12 questões de duas ou três disciplinas específicas (seis ou quatro de cada), de acordo com a carreira escolhida. A duração do exame é de quatro horas.

    Na segunda fase, todo o candidato responderá a um total de 42 questões e elaborará uma Redação, independentemente da carreira escolhida (exceção para os candidatos inscritos nas duas carreiras da Polícia Militar).

    Mudanças na Fuvest 2010

    http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/foto/0,,11974134-EX,00.jpgNo novo formato, a Fuvest 2010 manterá a primeira fase com 90 questões - mas as provas da segunda fase foram alteradas.

    A primeira fase também passou a ser eliminatória - ou seja, a nota não conta mais no final do processo seletivo para classificar os estudantes. Apenas elimina quem não tiver desempenho suficiente para chegar à etapa final.

    A segunda fase do vestibular vai avaliar todas as matérias do ensino médio. Até a Fuvest 2009, só disciplinas relacionadas ao curso pretendido eram alvo de exames.

    Unicamp

    http://www.fem.unicamp.br/~em421/unicamp2.gifA Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) também não irá utilizar a nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009 no vestibular 2010. A decisão se deve ao prazo máximo dado pela instituição, para que a nota do exame pudesse ser utilizada - 30 de novembro -, que havia sido estipulado no edital do processo seletivo.

    O prazo seria incompatível com as novas datas do Enem 2009, que será aplicado em 5 e 6 de dezembro. Como no processo seletivo as notas são utilizadas para a composição da nota da primeira fase, não haveria tempo hábil para sua utilização.

    Segundo a Comvest (Comissão Permanente para os vestibulares), o campo do Enem na inscrição será ignorado. A nota do Enem poderia contar para a prmeira fase do vestibular, valendo até 20% do exame. Os organizadores do vestibular dizem que o impacto da perda do Enem não será muito grande.


  • ECONOMIA


    Com US$ 3,8 bilhões, COI conquista receita recorde com direitos de transmissão


    http://globoesporte.globo.com/ESP/Home/foto/0,,11043877-EX,00.jpgExiste crise para grandes eventos? Já falamos aqui que nem nos EUA, onde a crise econômica foi muito forte, ela foi capaz de atingir as vendas publicitárias do próximo Super Bowl. Agora o COI acaba de anunciar que a receita que conseguiu arrecadar com as vendas do pacote dos direitos de transmissão para os Jogos Olímpicos de 2010 (Inverno, em Vancouver) e 2012 (Verão, em Londres) passou da casa dos US$ 3,8 bilhões. Trata-se de um número recorde e que representa a maior fonte de renda do COI.

    Esse valor representa um aumento de US$ 1,2 bilhão em relação ao que foi arrecadado com os Jogos de 2006 e 2008, e a curva pode ser explicada pelos novos contratos referentes a telefonia celular e internet, plataformas que estão aumentando consideravelmente a audiência dos Jogos. Para se ter uma idéia, somente o contrato com a rede norte-americana NBC é responsável por US$ 2,2 bilhões do montante.
    E a expectativa para o pacote referente a 2014 (Inverno, em Sochi, na Rússia) e 2016 (Rio de Janeiro) é ainda maior. Até o momento, US$ 920 milhões já estão garantidos, mas falta ainda, entre outros, justamente o milionário contrato do mercado norte-americano. Crise? O presidente do COI, Jacques Rogge, responde. “No fim de 2008 enfrentamos a pior crise já vista nas últimas décadas. Mas aumentamos as nossas receitas e o dinheiro que recebemos referente a marketing e direitos de transmissão aumentaram consideravelmente.”


    Santander movimenta na estreia 5 vezes mais papéis que Petrobras

    Reuters
    Em São Paulo

    http://www.mixbrandexperience.com.br/img/falando/santander-mg.jpgNo primeiro dia de circulação de suas novas ações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), o Santander Brasil (SANB11) movimentou mais que o quíntuplo da Petrobras, em número de papéis.

    Os novos papéis são negociados pelo código SANB11. Eles fecharam com queda de 3,74%, a R$ 22,62, enquanto o Ibovespa, principal indicador do mercado de ações, teve ligeiro recuo de 0,05%.

    No pregão desta quarta-feira, foram negociadas 84,3 milhões de "units" do Santander (papéis que reúnem um conjunto de ações). Já as ações da Petrobras somaram 15,1 milhões de ações negociadas, sendo 12,7 milhões do papel preferencial (PETR4, que não dá direito a voto) e 2,4 milhões do ordinário.

    Em reais, os papéis do Santander movimentaram R$ 1,9 bilhão, e os da Petrobras, R$ 538 milhões (sendo R$ 439 milhões em preferenciais e R$ 99 milhões em ordinários).

    O banco fez a maior oferta de ações do mundo em 2009 ao vender 600 milhões de "units", levantando R$ 14,1 bilhões. Foi também o maior IPO (lançamento de ações) da história da Bovespa.

    Na Bovespa, já existiam duas ações com os códigos SANB3 (ordinária) e SANB4 (preferencial) registradas em nome do Santander. Mas esses papéis pertenciam ao Banespa e trocaram de nomenclatura depois que o banco foi comprado pelo Santander.


    ESPORTES



    Massa faz exames na FIA sexta-feira e deverá voltar às pistas na segunda

    Do UOL Esporte
    Em São Paulo

    A Ferrari confirmou nesta quarta-feira que Felipe Massa fará no início da próxima semana seus primeiros testes com um carro de Fórmula 1 depois do acidente sofrido no GP da Hungria, em julho. Dependendo dos resultados dos exames que o piloto fará nesta sexta-feira, seu retorno deverá acontecer já na segunda.

    EFE
    Massa correu de kart semana passada, e está prestes a pilotar F-1
    Massa fará uma bateria de exames médicos sob a supervisão da FIA, em Paris. "No começo da próxima semana, talvez já na segunda-feira, Felipe vai finalmente voltar às pistas em um carro de Fórmula 1, um F2007 com pneus usados na GP2", confirmou o comunicado da escuderia.

    Nesta quarta, Felipe passou mais um dia de treinos no simulador da equipe em Modena, na Itália, observado pelos engenheiros Rob Smedley e Giuliano Salvi. Ele voltou a escolher a pista de Barcelona, mas também testou as curvas virtuais de Interlagos.

    No dia seguinte, Felipe estará de volta a Maranello, e fará reuniões na fábrica da Ferrari antes de participar de um bate-papo com fãs no site da escuderia. Na sexta-feira, ele voa para Paris a fim de ser examinado pela FIA.

    Na terça-feira, Massa treinou seis horas no simulador, e declarou à Gazzetta dello Sport que está disposto a voltar na última prova da temporada, no dia 1 de novembro: "Voltar no Brasil estaria muito perto do limite. Vamos ver para Abu Dhabi. Precisamos da autorização da FIA, e depende do teste com a F2007".

    Após as suas primeiras atividades com o simulador, na terça, Massa confirmou que já está em ritmo de treino: "O simulador usa o cockpit de um A1GP, então não é exatamente como a Fórmula 1. Eu corri na pista de Barcelona para tentar criar uma atmosfera de testes ainda maior", declarou.



    Muricy evita polêmica com Mano e exalta os méritos do Palmeiras

    Renan Prates
    Em São Paulo

    http://3.bp.blogspot.com/_IkQobRJZHiY/Sm4cp5x3K-I/AAAAAAAABp0/uuH_3T26eJg/s400/090727muricy-palmeiras.jpgO técnico Muricy Ramalho preferiu nesta quarta-feira após o treino do Palmeiras não polemizar as reclamações de Mano Menezes. Muricy não considera o seu time faltoso, e optou por destacar outros números favoráveis a sua equipe no Brasileirão.

    "Não sei se ele declarou dessa maneira que você está dizendo. Eu procuro pensar de uma forma positiva, pois nós temos a melhor defesa e mais vitórias. Eu penso futebol de uma forma positiva, a coisa negativa fica para você", respondeu.

    Na terça-feira, após o treino do Corinthians, o técnico Mano Menezes 'soltou o verbo' ao reclamar que o Palmeiras é um time muito faltoso.

    "Não deveria acontecer isso. O pessoal sempre diz antes das competições que vai coibir, mas não coíbe coisa nenhuma. A falta existe em grande número no Brasileiro porque dá lucro, isso está provado pelos números", argumentou.

    http://www.estadao.com.br/fotos/mano_menezes_292.jpgO treinador do Corinthians, inclusive, foi irônico quando questionado se o Palmeiras se utiliza desse artifício [fazer mais faltas) para vencer seus jogos e continuar líder. "Se é para vencer mais, vamos fazer mais faltas também", recomendou.

    De acordo com o Datafolha, Palmeiras e Corinthians possuem um desempenho completamente oposto no que diz respeito às faltas. O time alviverde lidera o quesito, com 21,4 por jogo, enquanto o arquirrival é o segundo pior (16,7).

    Mas em contrapartida, Muricy Ramalho tem razão ao dizer que o Palmeiras tem a melhor defesa do Brasileirão (26 gol sofridos em 27 jogos) e é o time que mais venceu no campeonato (15 vitórias).


    POLÍTICA


    Oposição acusa governadora do RS de reformar casa com dinheiro público

    Flávio Ilha
    Especial para o UOL Notícias
    Em Porto Alegre

    Deputados de oposição à governadora Yeda Crusius (PSDB) acusaram nesta quarta-feira (7) o governo gaúcho de pagar cerca de R$ 100 mil com dinheiro público para reformar e mobiliar a casa de Crusius em Porto Alegre. Os gastos, realizados em 2007, foram contratados pela Casa Militar, com autorização da Casa Civil.

    http://g1.globo.com/Noticias/Politica/foto/0,,20742789-EX,00.jpgA denúncia é baseada numa série de empenhos de pagamentos feitos pela Casa Civil, que discriminam as compras. Os dados foram repassados aos deputados da CPI da Corrupção no dia 14 de setembro por um servidor público, que não teve seu nome revelado. Os documentos mostram fotografias de telas de computador com detalhes dos gastos, como valor, estabelecimento comercial em que foi feita a compra, número da nota fiscal, data de pagamento e destino dos produtos.

    Em pelo menos duas compras os parlamentares comprovaram que os dados são verdadeiros. Os deputados Paulo Borges (DEM) e Daniel Bordignon (PT) foram até uma loja de materiais de construção citada na denúncia e constataram que os dados empenhados pela Casa Civil se referiam à compra de 56 metros quadrados de piso emborrachado no valor de R$ 8 mil, entregues na rua Araruama, 806 - o endereço da governadora.

    "O valor da compra e o número da nota fiscal era o mesmo do empenho. Trata-se de uma informação oficial, produzida pelo próprio governo", disse Borges. Segundo ele, os empenhos revelam detalhes de todas as compras, que somam R$ 100 mil. "A CPI tem a obrigação de aprovar requerimento para solicitar as notas fiscais à Casa Civil", disse.

    Os documentos mostram também, segundo a presidente da CPI da Corrupção, Stella Farias (PT), a comprovação da compra de móveis infantis no valor de R$ 6.000. Os móveis teriam feito parte da decoração dos quartos utilizados pelos netos de Yeda Crusius. Se a Casa Civil não apresentar as notas fiscais, os deputados prometem checar cada um dos empenhos citados na documentação.

    A denúncia ocorre um dia antes de a comissão especial que analisa o pedido de impeachment da governadora votar o relatório da deputada Zilá Breitenbach (PSDB). O relatório recomenda o arquivamento do pedido, feito pelo Fórum dos Servidores Públicos do Estado.

    A CPI da Corrupção investiga o envolvimento de membros do governo em fraudes de cerca de R$ 44 milhões no Detran gaúcho. Stella Farias disse que os deputados farão diligências para saber se o material foi de fato entregue no endereço da governadora e se foi usado na reforma da casa.

    A casa da rua Araruama foi comprada por Crusius em novembro de 2006, logo depois da campanha eleitoral. Denúncias nunca comprovadas indicam que o imóvel teria sido adquirido com recursos de sobra de campanha. O valor declarado da compra é de R$ 750 mil, mas deputados de oposição avaliam que o negócio valeria pelo menos o dobro.

    "Estou chocado. É uma prova contundente e grave", disse o deputado Daniel Bordignon (PT), que apresentou parte dos documentos. "As notas fiscais comprovam que o dinheiro usado na reforma da casa [da governadora] era do povo gaúcho", acusou.

    Em discurso à tarde, no lançamento do Fundo de Apoio Financeiro e de Recuperação dos Hospitais Privados (Funafir), a governadora disse que faz um governo de combate à corrupção. "Estamos combatendo num mercado de escândalos. Nosso governo é um governo que combate a corrupção pela eficiência. Não precisamos prender, arrebentar, nem gravar fitas", discursou. Até às 19h, a Casa Civil do governo não havia se manifestado sobre a denúncia.

    Além das denúncias, deputados da oposição que integram a comissão especial para analisar a admissibilidade do pedido de impeachment da governadora revelaram discrepâncias entre a movimentação bancária e a declaração do imposto de renda de Crusius e de pessoas próximas a ela - denunciadas pelo Ministério Público Federal (MPF) por crime de responsabilidade fiscal.

    Os parlamentares analisaram, em sessão fechada, o material sob sigilo que embasa a ação de improbidade administrativa movida pelo MPF. Além de documentos bancários e fiscais, os deputados ouviram áudios que se estão sob segredo de Justiça na comarca de Santa Maria.

    "Verificamos discrepâncias consideráveis e constatamos que há necessidade de aprofundar a análise antes de votar o relatório [de impeachment]", disse o deputado Ronaldo Zulke (PT). Os parlamentares viajam a Santa Maria nesta quinta-feira (8) para tentar uma audiência com a juíza federal Simone Barbisan Fortes, responsável pela análise da ação do MPF.


    BRASIL


    Após chuvas, 16 mil ficam sem luz no RS
    Redação Terra

    http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/foto/0,,14595037-EX,00.jpgCerca de 16 mil residências estão sem energia elétrica desde terça-feira por conta das fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul nos últimos dias. Segundo a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), pelo menos 80 postes caíram e cerca de 520 transformadores foram danificados durante os temporais.
    A empresa, que atua em 72 municípios gaúchos, informou que mobilizou 180 equipes para atuarem em Porto Alegre, região mais prejudicada, e mais 60 para atuarem no interior do Estado.
    Somente na capital, vários quilômetros de redes e ramais foram rompidos, e foram registrados problemas com chaves fusíveis e transformadores.
    A AES Sul, concessionária que atua em parte da região metropolitana de Porto Alegre, informou que cerca de 5,5 mil clientes estão sem energia elétrica.
    Nas últimas 24 horas a empresa recebeu 23.835 solicitações de atendimento. Aproximadamente 4,6 mil foram registradas como ocorrências de perigo, como cabos arrebentados, postes quebrados e árvores sobre a rede elétrica.
    Equipes trabalham para restabelecer o fornecimento, mas ainda não há previsão para a conclusão dos trabalhos.


    Senado aprova acordo com Vaticano que consolida ensino religioso no Brasil
    Daniella Cambaúva e William Maia

    wikicommons.org
    Tratado concede imunidade tributária à Igreja e reforça ensino religioso
    O plenário do Senado aprovou há pouco a ratificação do acordo que cria o novo Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil. Assinado em agosto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante encontro com o papa Bento 16, o tratato reconhece, dentre outras coisas, “a importância do ensino religioso” no país.
    O texto de 20 artigos consolida condutas e procedimentos já adotados pela Igreja Católica no país, como o casamento religioso e a imunidade tributária de paróquias, dioceses e arquidioceses, concedendo segurança jurídica a esses atos ou situações.
    Leia mais:

    Minc consegue anular concurso para professor de ensino religioso no Rio
    A aprovação do acordo foi cercada de polêmica, já que, além do comprometimento em manter a educação religiosa facultativa nas escolas públicas, ele também prevê isenção tributária a órgãos da Igreja que exerçam atividades filantrópicas. Em agosto, a AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) qualificou o acordo como “grave retrocesso ao exercício das liberdades” e disse que sua aprovação comprometeria a laicidade do Estado.
    “Temos que manter o Estado laico. Com a aprovação desse acordo, estamos abrindo precedentes graves. A gente reconhece o Vaticano como Estado, mas ele representa uma corrente religiosa. Como vamos resolver o problema das outras religiões que vão se sentir no mesmo direito?”, questionou o senador  Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC), único a se abster da votação na Comissão de Relações Exteriores da Casa.
    Já o senador Marco Maciel (DEM-PE), que foi um dos maiores incentivadores do projeto, defendeu a história da Igreja Católica e a necessidade do acordo. “O Vaticano já é um Estado como outro qualquer e inclusive já faz parte da ONU”, disse Maciel.
    O acordo reafirma ainda a personalidade jurídica da Igreja e de suas entidades, como a Conferência Episcopal, as dioceses e as paróquias. Prevê ainda a colaboração entre a Igreja e o Estado na tutela do patrimônio cultural do país, preservando a finalidade de templos e objetos de culto.

    Ensino religioso
    Para o constitucionalista Pedro Estavam Serrano, a manutenção do ensino religioso é compatível com a Constituição e, por si só, não ameaça o princípio do Estado Laico. “O ensino religioso é possível na ordem constitucional, porque a religião é uma dimensão da cultura humana, mas desde que não seja voltado para uma religião específica”.
    Apesar de estar presente no tratado bilateral, a menção ao ensino religioso não deixa claro se haveria preferência à doutrina católica. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação já prevê a educação religiosa opcional, mas a regulamentação da disciplina fica a cargo de cada Estado ou município. “Se houver privilégio ao ensino da doutrina católica, isso é inconstitucional”, observa Serrano.
    Ele adverte, no entanto, que não pode haver preconceito na discussão sobre a relação entre Estado e religião.  “O Estado laico não significa a ausência do reconhecimento da religião enquanto fenômeno cultural a ser protegido. A nossa Constituição determina que os bens culturais devem ser protegidos, e dentre eles está a religião”.
    O professor de direito constitucional da PUC-SP, acredita, porém que as diretrizes do ensino religioso poderiam ser melhor definidas. “Deveria ser obrigatório que o ensino da religião se faça de forma genérica e não a partir dos conceitos e valores de uma crença religiosa específica. Uma cadeira genérica que trate da religião como um todo, com um caráter histórico do vínculo das pessoas e da comunidade com as crenças. Ensinar as religiões e não a religião”.

    Casamento
    O artigo 12 do acordo (veja íntegra aqui) estabelece que o casamento religioso que atender também às exigências estabelecidas pela lei passará a equivaler à união civil, desde que devidamente registrado. O acordo estabelece ainda imunidade tributária às pessoas jurídicas eclesiásticas, assim como ao patrimônio, renda e serviços relacionados com suas "finalidades essenciais".


    INTERNACIONAL

    Empresas aéreas Taca e Avianca anunciam fusão
    http://viagens.americanas.com.br/App_Themes/AmericanasViagens/images/ciasSeo/taca-galeria01.jpgAs companhias aéreas Taca, de El Salvador, e Avianca, da Colômbia, anunciaram nesta quarta-feira que irão unir suas operações, em um acordo para criar uma das maiores empresas do setor na América Latina.
    As companhias formarão uma nova holding com os acionistas majoritários, mas por enquanto ambas continuarão operando com marcas independentes.
    Os acionistas da Avianca terão cerca 66% de participação na nova empresa e os da Taca aproximadamente 33%.
    A Avianca pertence ao Grupo Synergy, do empresário brasileiro German Efromovich, que também é dono da companhia aérea brasileira OceanAir.
    "A união das empresas é parte da tendência que vem ocorrendo na indústria", disse o presidente do Conselho da Taca, Roberto Kriete, em entrevista coletiva junto com representantes da Avianca.
    De acordo com o presidente e diretor-general da Avianca, Fabio Villegas, as empresas juntas possuem frota de 129 aviões e voam a mais de 100 destinos nas Américas e na Europa.
    A receita combinada chega a US$ 3 bilhões por ano.
    Ambas ainda esperam a aprovação de reguladores da Colômbia e de El Salvador para completar a união.


    Integração

     
    Na avaliação do diretor da Multiplan Consultores, Paulo Sampaio, o crescimento de Efromovich fora do Brasil se deve à maior competição no mercado interno.
    "A competição aqui é muito mais dura porque as companhias brasileiras são muito fortes, mas ele (Efromovich) deve integrar as operações (da OceanAir)", avaliou Sampaio.
    O consultor lembrou que o empresário adquiriu a OceanAir em um momento em que as empresas aéreas brasileiras Transbrasil e Vasp saíram do mercado e a Varig estava à beira da falência. De lá para cá, a Gol foi criada e a TAM se capitalizou.
    "Essas empresas (TAM e Gol) abrangem todo o território nacional e estão capitalizadas. A OceanAir começou só com 30 aviões velhos e agora tem 13 Fokkers 100. Para piorar a situação, a Azul surgiu com uma equipe experiente que rapidamente percebeu o mercado brasileiro", explicou, referindo-se à caçula do setor que já tem 5% do mercado em menos de 10 meses de operação, contra 2,7% da OcenaAir, há anos no mercado.
    O consultor lembrou que Efromovich comprou a Avianca depois de sucessivos prejuízos com a OceanAir, e com isso ganhou prestígio na Colômbia recebendo inclusive a cidadania daquele país.
    "Com a compra da Taca ele (Efromovich) fica com um 'hub' na Costa Rica e outro em Lima, e a OcenaAir vai servir para alimentar os voos dessas empresas em três capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre."
    Ele lembrou ainda que Efromovich está prestes a assumir a operação da VarigLog e poderá integrar as operações de carga com a cargueira que possui na Colômbia, a Tampa.
    "A Tampa tem linhas muito fortes de carga e pode fazer integração com a VarigLog."



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